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Destaques (42)

19 06 Marcus FerreiraA circulação do sarampo no Brasil, desde o ano passado, foi considerada interrompida pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS). Isso porque os últimos casos da doença no país foram registrados em julho de 2015, em um surto no Ceará. Contudo, diante do aumento de casos principalmente em países da Europa e da América do Norte e do registro de dois casos importados, agora em 2017, na Argentina, a eliminação do sarampo no Brasil encontra-se em risco.

Segundo o setor de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), é preciso estar atento à aproximação da temporada de férias, uma vez que a ocorrência de casos entre viajantes representa um maior risco de importação da doença para locais onde o controle foi estabelecido.

Em Minas Gerais, os últimos casos autóctones confirmados de sarampo, ou seja, com transmissão dentro do território, ocorreram em 1999 (nove casos). Em 2011 e 2013, o estado identificou três casos importados, sendo um em 2011 e dois em 2013, que foram rapidamente controlados com bloqueio vacinal e vigilância das pessoas próximas, evitando assim um contágio secundário.

Ainda segundo a pasta, o viajante deve observar sua saúde pelo menos três semanas após o retorno. Os primeiros sintomas da doença costumam ser manchas vermelhas pelo corpo e febre.

Vacinação

A vacina contra o sarampo é segura e eficaz na prevenção da doença e é garantida a toda população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Tanto a tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, quanto a tetra viral, que protege contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a varicela (catapora), estão disponíveis em todas as unidades de saúde do estado.

Toda pessoa com até 29 anos de idade, que tiver apenas uma dose da vacina tríplice viral, deve receber uma segunda dose, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já as pessoas na faixa etária de 30 a 49 anos de idade devem ter, pelo menos, uma dose da vacina comprovada ao longo da vida. Aos viajantes, recomenda-se a atualização das vacinas antes de viajar, preferencialmente com 15 dias de antecedência. (Com informações saude.mg.gov.br).

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Todos os anos, R$ 56,9 bilhões são gastos pelo Brasil com despesas médicas e em perda de produtividade provocadas pelo tabagismo. Em contrapartida, o País arrecada anualmente apenas R$ 13 bilhões em impostos sobre a venda de cigarros, ou seja, esse valor cobre apenas 23% dos gastos com os males causados pela epidemia do tabaco. 

Os dados, inéditos, são da pesquisa Carga de doença atribuível ao uso do tabaco no Brasil e potencial impacto do aumento de preços por meio de impostos, documento técnico elaborado pelo Instituto de Efectividad Clínica y Sanitária (IECS), da Argentina, com apoio do INCA, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Uma pesquisa da Vigilância sobre Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) aponta que: de 2006 a 2016, a prevalência de fumantes nas capitais brasileiras foi reduzida em 35% (de 15,7%, em 2006, para 10,2% em 2016). A pesquisa foi feita por telefone nas 26 capitais e Distrito Federal e contou com 53.210 entrevistas. Separada por gênero, a frequência de fumantes é maior no sexo masculino (12,7%) do que no feminino (8,0%). Analisada por faixa etária, a pesquisa mostra que a frequência de fumantes é menor entre os adultos antes dos 25 anos (7,4%), ou após os 65 anos (7,7%) e maior na faixa dos 55 a 64 anos (13,5%).

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Diante do grave cenário da saúde em Minas Gerais, representantes das entidades do setor no estado se reuniram hoje no Conselho Regional de Medicina para discutir ações para resolução da crise. A grave situação financeira do estado tem repercutido em pontos da atenção básica, hospitalar e no setor de medicamentos.

Estiveram presentes na reunião, representantes da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Federassantas; Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Farmácia, Conselho Regional de Enfermagem, Associação dos Hospitais e Associação Médica de Minas Gerais.

Ao final da reunião, representantes das entidades decidiram convocar, em caráter emergencial, uma reunião com o Procurador Geral do Estado, o Coordenador do Cao Saude e outros promotores para solicitar ao órgão um posicionamento de quais as medidas serão adotadas, inclusive na esfera judicial, diante dos atrasos de repasses do governo do estado de Minas Gerais.

Também ficou decidido a entrega de um documento, assinado por todas as entidades, aos deputados da Comissão de Saúde na Assembleia Legislativa, relativo aos encaminhamentos da última audiência pública, que discutiu a possível intervenção ética em 26 instituições notificadas pelo CRM/MG. Uma das deliberações acordadas seria uma reunião com o governador e os secretários de saúde, planejamento e fazenda do estado, para ter um posicionamento final para a resolução dos atrasos dos repasses à saúde. (Com informações www.federassantas.org.br).

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27 04 DivulgaEm 2017, a Chikungunya teve um aumento de mais de 3.251%, se comparado aos primeiros quatro meses de 2016. Em 2016 foram 298 casos nos primeiros quatro meses do ano, já em 2017 foram 9.986 casos, no mesmo período. Causada pelo vírus Aedes aegypti, a Chikungunya é uma doença viral, que na fase aguda apresenta sintomas como febre alta, dor muscular, exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). Em Minas Gerais, a circulação autóctone (dentro do próprio território) desse vírus acontece desde 2015.

Por isso, as ações de enfrentamento, controle e prevenção são muito importantes para evitar qualquer uma das doenças causadas pelo Aedes. Para o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Rodrigo Said, esse aumento no número de casos pode ser explicado por diversos fatores, sendo que um deles é que a transmissão da doença, que está relacionada à transmissão pelo vetor, que é o mosquito Aedes aegypti.

Histórico

Em Minas Gerais, no ano de 2017, foram notificados até o dia 26 de abril, 9.986 casos prováveis da doença. No Estado, em 2016, foram registrados durante todo o ano 503 casos, sendo que em 2015, 31 casos. A primeira epidemia documentada dessa doença aconteceu no leste da África, entre 1952 e 1953. Uma curiosidade sobre a doença é Chikungunya significa "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da Tanzânia, que se refere à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos nessa primeira epidemia.


Todo cuidado é pouco quando se trata de Zika, Chikungunya e Dengue. Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) reforça que apesar do fim do período chuvoso – tão característico do verão, a prevenção, o controle e o enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti deve fazer parte da rotina doméstica, uma vez que 90% dos focos são intradomicialiares, ou seja, dentro das casas das pessoas.

 

A obesidade atinge um em cada cinco brasileiros, apontam dados divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Ministério de Saúde. Em dez anos, a população obesa no país passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, informou o ministério. O excesso de peso também cresceu 26,3% no mesmo período. Em 2006, 42,6% dos entrevistados foram considerados com excesso de peso. No ano passado, esse índice foi de 53,8%.

A obesidade e o excesso de peso são calculados a partir do Índice de Massa Corporal que divide o peso pela altura ao quadrado do entrevistado. Índices iguais ou maiores que 25 são considerados como excesso de peso e maiores de 30 kg/m2, obesidade.

A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) entrevistou, de fevereiro a dezembro de 2016, 53.210 pessoas maiores de 18 anos nas capitais do país.

Cardápio
Ainda sobre hábitos da população entrevistada, o estudo mostrou que o consumo de feijão diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016, e que um em cada três adultos consomem frutas e hortaliças nos cinco dias da semana. De acordo com a pesquisa, esses dados informam que o país “passa por uma transição nutricional, que antes era de desnutrição e agora estamos entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade”.

Entre as mudanças relacionadas na pesquisa, durante a última década, está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial que passou de 30,9% em 2007, para 16,5% no ano de 2016.

A prática de atividade física no tempo livre aumentou. De acordo com o ministério, 30,3% da população fazia pelo menos 150 minutos de exercícios por semana em 2009. No ano passado, esse número cresceu para 37,6%. A faixa etária com maior tempo para prática de atividades físicas, segundo a pesquisa foi a população entre 18 e 24 anos.

Álcool
Outro dado apontado pela pesquisa foi o consumo abusivo de álcool: em 2006, era de 15,7%; dez anos depois, passou para 19,1%. Segundo o ministro, o crescimento se deu principalmente pela alta na ingestão de álcool por parte das mulheres. Nos últimos dez anos, o consumo abusivo de bebida alcoólica pelo público feminino atingia 7,8% da população. Em 2016, o índice foi de 12,1%.

(Com informações g1.globo.com - CONFIRA A NOTÍCIA COMPLETA)

vacinaComeça nesta segunda-feira (17) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. A vacina disponível no SUS protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no país: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B.

A campanha vai até 26 de maio e a novidade da campanha é a inclusão dos professores da rede pública e privada no público alvo, com direito a receber a imunização gratuitamente no SUS. A contraindicação é para quem tem alergia severa a ovo.

Quem recebe a vacina pelo SUS:
- Crianças de 6 meses a 5 anos
- Gestantes
- Puérperas (mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto)
- Idosos
- Profissionais da saúde
- Povos indígenas
- Pessoas privadas de liberdade
- Portadores de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade
- Professores de escolas públicas ou privadas

O Ministério da Saúde passa a adotar dose única da vacina contra a febre amarela para as áreas com recomendação de vacinação em todo o país. A medida é válida a partir deste mês de abril e está de acordo com orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O anúncio foi feito, nesta quarta-feira (05), pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros.

FRACIONAMENTO – A adoção da medida de fracionamento das vacinas tem caráter preventivo.

Esta estratégia é utilizada quando há aumento de casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional, como no caso das capitais Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, que não tem recomendação permanente para vacinação. O Ministério da Saúde reforça que a dose fracionada é tão eficaz quanto a vacina na dose padrão, sendo a única diferença o tempo de proteção de, pelo menos, um ano.

VACINAS – Para este mês de abril, o Ministério da Saúde conta com um quantitativo de 9,5 milhões de doses da vacina de febre amarela para todo o país. São 3,5 milhões de doses da OMS (Sanofi Pasteur) e 6 milhões da produção mensal de Biomanguinhos/Fiocruz. Nas próximas duas semanas, os estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo receberão 1 milhão de doses cada, divididas em duas remessas de 500 mil doses (total 3 milhões) do montante da OMS. Neste momento, para atender a população das áreas com intensificação de vacinação contra a febre amarela, em alguns municípios dos estados de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, são necessárias 7,5 milhões de doses da vacina.

DOSES DA VACINA – A vacinação de rotina para febre amarela é ofertada em 19 estados (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) com recomendação para imunização. Vale destacar que na Bahia, Piauí, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a vacinação não ocorre em todos os municípios. Além das áreas com recomendação, neste momento, também está sendo vacinada, de forma escalonada, a população do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar uma dose da vacina ao longo da vida.

A campanha “Abril pela Segurança do Paciente” é uma iniciativa do Ministério da Saúde que prega que “todos podem contribuir para a segurança do paciente”. O Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP), a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e o Institute for Safe Medication Practices (ISMP) Brasil são instituições que buscam incessantemente colaborar com a melhoria da assistência no Brasil, e que também acreditam que sensibilizar tanto os profissionais de saúde quanto os próprios pacientes na busca por um cuidado de saúde de qualidade é a única opção por uma saúde com menos eventos adversos.

Em 2017, marca-se o quarto aniversário do lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente, um momento ideal para enfatizar a segurança do paciente e todas as iniciativas desenvolvidas no Brasil que focam na melhoria da segurança do paciente. A proposta do Ministério da Saúde é marcar o mês da Segurança do Paciente em abril, pois foi neste período do ano que foi realizado o lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente.

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O Ministério da Saúde incluiu nesta terça-feira (28) 14 novos procedimentos à Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICs) do Sistema Único de Saúde (SUS). São tratamentos que utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para curar e prevenir diversas doenças como depressão e hipertensão. A inclusão foi realizada por meio da Portaria nº 849/2017, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U).

A partir de agora, o SUS passa a ofertar 19 práticas integrativas e complementares à população – até então eram cinco – no âmbito do Sistema Único de Saúde. São elas: homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa/acupuntura, medicina antroposófica, plantas medicinais e fitoterapia e termalismo social/crenoterapia, arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e yoga.

Essa nova portaria complementa outra, a de nº 145/2017, publicada em janeiro deste ano, que incluiu no rol de procedimentos do SUS as práticas integrativas de arteterapia, meditação, musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático, tratamento quiroprático e Reiki. Esses procedimentos já eram oferecidos por vários municípios brasileiros, segundo dados do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ-AB), mas, com as inclusões, o Ministério da Saúde passou a ter informações qualificadas dessas práticas em todo o país.

Além das inclusões, a Portaria nº 145/2017 também renomeou procedimentos que já estavam no rol das PICS para facilitar a identificação, pelos gestores, dos procedimentos nos sistemas de informação do SUS. As novas nomenclaturas são para terapia comunitária, dança circular/biodança, yoga, oficina de massagem/automassagem, sessão de auriculoterapia, sessão de massoterapia, e tratamento termal/crenoterápico.

blogger image 1018560748No Dia Mundial de Enfrentamento à Tuberculose, celebrado na última sexta-feira, 24 de março, o Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), orienta sobre os cuidados e reforça a necessidade de enfrentar um dos maiores desafios relacionados à doença, que é a adesão do paciente ao tratamento. A Tuberculose é uma doença infectocontagiosa, causada pelo Mycobacterium tuberculosis, que embora possa acometer outros órgãos, tem a forma pulmonar como a mais frequente e a principal responsável pela transmissão.

Dados da doença

Em 2015, foram notificados no estado 4261 casos de Tuberculose. Destes, 188 evoluíram para óbito. Em 2016, foram 4.591 casos da doença em Minas e 171 óbitos. A Região Metropolitana de Belo Horizonte concentra aproximadamente um terço dos casos do Estado. Segundo o último relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), a tuberculose é a doença infecciosa que mais mata jovens e adultos, ultrapassando o HIV/Aids. No Brasil são notificados aproximadamente 70 mil novos casos por ano, e ocorrem 4,6 mil mortes em decorrência da doença. Um dado que chama atenção é que, diariamente, morrem 13 brasileiros em média por tuberculose. Com isso, o país ocupa o 20º lugar entre os 30 países com alta carga de TB no mundo.

Tuberculose
A tuberculose é transmitida pelo ar de pessoa a pessoa, através da tosse, fala ou espirro de um doente com a forma pulmonar ou laríngea. O principal sintoma da tuberculose é a tosse com uma duração de três ou mais semanas, que pode ser acompanhada por febre ao final da tarde, suor noturno e emagrecimento. Na vigência desses sintomas, é importante a pessoa procurar a unidade básica de saúde mais próxima da sua casa para ser avaliada. A realização do exame do escarro é uma das principais ações para o diagnóstico da tuberculose. O Estado possui também uma rede que realiza o Teste Rápido Molecular, exame moderno para o diagnóstico da doença, sem qualquer custo para o usuário.

Prevenção
Para prevenir a doença é necessário imunizar as crianças com a vacina BCG, que protege principalmente contra as formas graves da doença. Identificar precocemente pacientes com a doença e iniciar o tratamento. Após 15 dias de uso regular dos medicamentos, a maioria das pessoas não transmite mais a doença. Evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar também um uma medida essencial para evitar o contágio. A tuberculose não se transmite por objetos compartilhados.

Tratamento
O tratamento é gratuito e disponível em toda rede SUS. Para êxito no tratamento, é importante que o paciente tome os medicamentos de forma regular, todos os dias, e no tempo mínimo previsto, que é de seis meses.

Vulnerabilidade
É importante saber que qualquer pessoa pode adoecer por tuberculose, entretanto, alguns fatores contribuem para aumentar o risco de adoecimento, como, por exemplo: desnutrição; baixa imunidade por uso de medicamentos ou por doenças como a AIDS; diabetes; tabagismo, alcoolismo e uso de drogas; contatos de pessoas com tuberculose pulmonar; pessoas que vivem em condições precárias de vida e moradia. Além disso, existem alguns grupos de maior vulnerabilidade: privados de liberdade (presidiários), moradores de rua, população indígena e pessoas que vivem com HIV/AIDS. (Com informações Governo do Estado de Minas Gerais)

Saiba mais em: www.saude.mg.gov.br/tuberculose