Secretaria de Saúde reforça importância da imunização contra o sarampo

20 Jun 2017
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19 06 Marcus FerreiraA circulação do sarampo no Brasil, desde o ano passado, foi considerada interrompida pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS). Isso porque os últimos casos da doença no país foram registrados em julho de 2015, em um surto no Ceará. Contudo, diante do aumento de casos principalmente em países da Europa e da América do Norte e do registro de dois casos importados, agora em 2017, na Argentina, a eliminação do sarampo no Brasil encontra-se em risco.

Segundo o setor de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), é preciso estar atento à aproximação da temporada de férias, uma vez que a ocorrência de casos entre viajantes representa um maior risco de importação da doença para locais onde o controle foi estabelecido.

Em Minas Gerais, os últimos casos autóctones confirmados de sarampo, ou seja, com transmissão dentro do território, ocorreram em 1999 (nove casos). Em 2011 e 2013, o estado identificou três casos importados, sendo um em 2011 e dois em 2013, que foram rapidamente controlados com bloqueio vacinal e vigilância das pessoas próximas, evitando assim um contágio secundário.

Ainda segundo a pasta, o viajante deve observar sua saúde pelo menos três semanas após o retorno. Os primeiros sintomas da doença costumam ser manchas vermelhas pelo corpo e febre.

Vacinação

A vacina contra o sarampo é segura e eficaz na prevenção da doença e é garantida a toda população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Tanto a tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, quanto a tetra viral, que protege contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a varicela (catapora), estão disponíveis em todas as unidades de saúde do estado.

Toda pessoa com até 29 anos de idade, que tiver apenas uma dose da vacina tríplice viral, deve receber uma segunda dose, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já as pessoas na faixa etária de 30 a 49 anos de idade devem ter, pelo menos, uma dose da vacina comprovada ao longo da vida. Aos viajantes, recomenda-se a atualização das vacinas antes de viajar, preferencialmente com 15 dias de antecedência. (Com informações saude.mg.gov.br).

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