Em Belo Horizonte, presidente da Fundação Dilson Godinho participa de debate sobre incentivos ao programa de mamografias

10 Jun 2017
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audiência sec. saúde 1O presidente da Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho, o médico Dilson Godinho Junior, esteve na última quinta-feira (08) em Belo Horizonte onde participou de uma audiência na Secretaria de Estado de Saúde para debater os incentivos ao Programa de Mamografia nos hospitais.

O encontrou reuniu o secretário de Saúde Luiz Sávio de Souza Cruz, o deputado estadual Arlen Santiago e representantes de programas de combate ao câncer do Hospital Mário Pena, de Barbacena, da Santa Casa de Alfenas e do Hospital Dr. João Felício, de Juiz de Fora.

Durante o encontro os participantes debateram estratégias que possam ajudar a melhorar a assistência integral ao paciente em tratamento de câncer nos casos de mama, especialmente no repasse de verbas que possam garantir os atendimentos à população.

audiência sec. saúde 2

O Hospital Dilson Godinho, referência no tratamento dos diversos tipos de câncer para a região e Sul da Bahia, foi a instituição em Minas Gerais que mais realizou, através do SUS, biopsias de mama, uma forma preventiva que remove uma pequena quantidade de tecido para avaliação da presença (ou não) do câncer.

Porém, os atendimentos foram paralisados em 2016, devido a problemas no repasse de verbas ao programa.

ATENÇÃO INTEGRAL

O presidente da Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho mostrou a realidade dos atendimentos e necessidades do Norte de Minas. Na instituição é desenvolvido, entre outras ações, o Programa de Atenção à Mama - Promama. Pelo serviço são realizados consultas diversas, mamografias e atendimento integral de forma gratuita; o trabalho preventivo e de diagnóstico precoce contribui no tratamento do paciente, resultando em estados mais satisfatórios de combate à doença.

CÂNCER DE MAMA

O câncer de mama é o segundo tipo de tumor maligno mais incidente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). O órgão estima que em 2016 foram mais de 57 mil novos casos da doença no país. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos.

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